
FullCommerce Brasil no Fórum Indústria Digital 2025: Acelerando o B2B e o Omnicanal da Indústria
3 de dezembro de 2025
O que muda no e-commerce com a expansão do PIX parcelado
23 de março de 2026No cenário atual do e-commerce, integrar a logística entre loja própria e marketplaces deixou de ser diferencial para se tornar essencial. Segundo a Grand View Research, o mercado de logística para e-commerce no Brasil movimentou cerca de US$ 10,9 bilhões em 2023 e deve crescer a uma taxa média anual de 22,6% até 2030. Esse avanço reflete a pressão crescente por eficiência operacional e pela entrega rápida, impulsionada pelo aumento das vendas omnichannel e pela expectativa de experiência contínua entre canais.
1. Sincronize seus sistemas:
garanta que ERP, WMS, OMS e plataformas de e-commerce estejam totalmente integrados. Um estudo da Ecommerce Update mostra que apenas 22% das empresas brasileiras possuem integração completa entre seus canais físicos e digitais, um gargalo que afeta diretamente a visibilidade de estoque e o tempo de expedição.
2. Padronize SKUs e cadastros:
mantenha códigos, pesos e dimensões de produtos iguais em todos os canais. Inconsistências simples são uma das principais causas de falhas em integrações com marketplaces e bloqueios de venda.
3. Centralize a gestão de pedidos:
utilize um hub ou sistema OMS que consolide vendas e pedidos de todos os canais em um único painel. Isso facilita a expedição, o rastreamento e a tomada de decisão em tempo real.
4. Integre transportadoras e fulfillment:
automatize a geração de etiquetas, rastreamento e atualizações de status. O relatório Mapa da Logística (Loggi, 2025) aponta que as PMEs já descentralizam seus envios de forma significativa — Santa Catarina, por exemplo, concentra 16% das remessas das PMEs, contra 6,5% das grandes empresas —, reforçando a importância de uma malha logística flexível e conectada.
5. Monitore indicadores operacionais:
acompanhe SLA de envio, atrasos e custo por pedido. Esses dados orientam ajustes em tempo real e reduzem custos invisíveis, como reentregas e devoluções.
Adotar esse checklist é o primeiro passo para estruturar uma operação omnichannel escalável e eficiente. Com o mercado de fulfillment no Brasil projetado para crescer 13,7% ao ano até 2030 (Grand View Research), integrar sistemas, padronizar processos e monitorar indicadores não é apenas uma questão técnica — é o que diferencia as operações que crescem com consistência daquelas que perdem competitividade.



